terça-feira, 10 de março de 2009

A ficha está caindo!


Bom, entendo perfeitamente tudo o que se passa.
Aceito as decisões sobre os caminhos a seguir.
Bão, bão eu não acho...
Não gosto muito dessa banda mas, o que expressa bem o que sinto, é este refrão:

"Te ver e não te querer
É improvável, é impossível
Te ter e ter que esquecer
É insuportável, é dor incrível"

segunda-feira, 9 de março de 2009

Políticos obrigados a Matricularem seus filhos em escola pública!

Recebi este e-mail e achei interessante e válido postá-lo. Lembro deste projeto de campanha do Cristovam Buarque e tenho certeza que se ele fosse eleito este projeto não passaria pelo senado mas, é deste tipo de mudança de conceito que digo.

A proposta fala apenas de ensino básico, eu iria mais longe e proporia a todas ao ensino fundamental e médio.
Trata-se de um movimento de apoio à idéia do senador Cristovam Buarque, que era candidato a presidente com a proposta da educação.Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.As conseqüências seriam as melhores possíveis.. Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM no seu dia-a-dia e pela internet (em cópia oculta e apague o endereço de quem lhe enviou, para evitar SPAM).. E ajude a REALIZAR essa idéia. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado.gov.br/sf/ atividade/ Materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.

JUSTIFICAÇÃO: No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas.
Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais - vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República - deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoral.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;
b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.
c) financeiro: evitará a "evasão legal" de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.

Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações - uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.
Sala das Sessões, Senador CRISTOVAM BUARQUE...

sábado, 7 de março de 2009

Precisamos rever nosso conceitos!

O que parece ser simplesmente um slogan é muito mais que isso. É uma necessidade urgente. Vamos começar por um ponto que está em moda. Nosso sistema econômico baseado em consumo está entrando em colapso e não me refiro somente a crise mundial, mas, também ao consumo do próprio planeta; vemos tantos estudos referentes ao aquecimento global e suas conseqüências mas, quem quer abrir mão do celular da moda, do computador novo, do carro zero, do tênis novo de marca, etc?
Quantas pessoas vemos e conhecemos que colocam o consumo de coisas supérfluas acima de necessidades básicas? Muitas vezes, por exemplo, passam fome, mas têm celulares que tiram fotos, tem mp3 e GPS. Não me isento da minha parcela de culpa, afinal de contas sou parte integrante deste sistema, movo as engrenagens como todo mundo quer queira quer não. Também não gostaria de abrir mão de certos “consumos”.
Acho que um dos problemas disso é o conceito de crescimento econômico, pois, o capitalismo cresce exponencialmente muito mais do que, vejamos um parâmetro racional..., Ah sim cresce muito mais que, por exemplo, a taxa de crescimento da população mundial, ou seja, a economia e quando falo isso me refiro ao consumo, cresce muito mais que a diferença entre todos as pessoas que morrem e as que nascem.
Para quem tem muito dinheiro, quer dizer, quem detém o poder é irracional pensar em um sistema linear, onde não se almejaria consumir mais hoje do que se consumiu ontem.
Este raciocínio é muito perigoso, pois nos leva a barbárie. Vamos pensar em como os países ricos interferem na vida cotidiana dos povos do oriente médio com a desculpa de levar a democracia e a liberdade para este povo e no fim das contas sabemos que estão ali criando o caos para que fique mais barato o consumo do petróleo que está em seu território.
Com tanto dinheiro acumulado, porque não ajudam os países onde a maioria da população passa fome? Às vezes penso que tudo é claro e óbvio demais para assistirmos tudo isso de braços cruzados e não fazermos nada.

Outro assunto que tem me interessado muito estes dias é uma notícia sobre a igreja católica. Não quero com isso militar contra qualquer religião ou fazer apologia a alguma; o que tento fazer neste esboço mal escrito é uma reflexão sobre como os tempos e as demandas mudam e precisam ser mudadas. Voltando a notícia que tenho acompanhado esses dias, que é o fato de um bispo da igreja católica excomungar toda a equipe envolvida no procedimento de aborto de uma criança de 9 anos vítima de estupro e que estava grávida de gêmeos. Bom, começaremos por partes, primeiro é o fato do risco da gravidez para uma criança de 9 anos, para somar a isso a gravidez de gêmeos, somado a isso o fato dela ter sido vítima de uma agressão que, para piorar um pouco mais o agente é o padrasto. Imaginemos, pois, nós no lugar desta criança que sofreu este tipo de violência do “companheiro” de sua mãe; de quem teria de ser um dos pilares de sua estrutura familiar. Então, ela obviamente por ter sido a vítima não sofreu retaliações da igreja. Mas, e o padrasto? Também não sofreu. Pois, segundo o Bispo o crime dele é menor que o “crime” da equipe médica. Se analisarmos com um pouco mais de senso crítico, o que a igreja católica representada pelo bispo em questão admite é que podemos ser o causador de um infortúnio como esse (uso este termo pois não gosto da palavra desgraça) mas, não podemos salvar um vida já concebida e consciente dos fatos, pois, segundo a igreja a vida não pode ser interrompida deste a concepção.

Esta mesma instituição religiosa é contra, por exemplo, o uso da camisinha em tempos de AIDS dentre outras doenças que nos assolam, em tempos de crise mundial como comecei a discutir e em tempos de fome, muita fome.

Será que se Jesus, o filho de Deus aparecesse na terra agora, nestes tempos, ele seria um pastor, filho de carpinteiro que sairia pregando a igualdade para uma multidão cética, consumista e no fundo egoísta. Será que ele não acharia plausível tomar certas atitudes tais como métodos anticoncepcionais, principalmente o uso do preservativo, por exemplo? Em tempos de globalização será que ele não usaria um pouco de tecnologia para difundir suas idéias no mundo de maneira mais eficaz? Ele veio para ser um mártir, pois assim Deus alcançaria mais corações. Como seria este mártir nos tempos de hoje?

Parece blasfêmia ou heresia e, certamente, se estivéssemos na época da santa inquisição, estas idéias “subversivas” me levaria a fogueira. Ainda bem que não vivemos neste tempo.

Vivemos em um tempo bem diferente onde os problemas e as soluções são bem diferentes, as demandas não são as mesmas. Então porque não pensar um pouco mais em atitudes que realmente farão a diferença? E, por que não começarmos por nossos revermos conceitos?

segunda-feira, 2 de março de 2009

Rise (Eddie Vedder)

Such is the way of the world
You can never know
Just where to put all your faith
And how will it grow

Gonna rise up
Bringing back holes and dark memories
Gonna rise up
Turning mistakes into gold

Such is the passage of time
Too fast to fold
And suddenly swallowed by signs
Low and behold

Gonna rise up
Find my direction magnetically
Gonna rise up
Throw down my haste in the road

domingo, 1 de março de 2009

Eu preciso dizer que te amo!


O que é felicidade?
Se alguém me perguntar isso neste exato momento, diria sem titubear que para mim felicidade é você existir...

Muito obrigado!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carnaval







Como o ano só começa depois do carnaval, torço para que este venha logo. Agora é trabalhar muito.
Mas, voltando ao carnaval, todo mundo tem seu jeito próprio de aproveitar estes dias, muitos se propõem a farrear no sentido mais explicito da palavra e como convém o feriado.
Eu prefiro ficar mais afastado pois não gosto muito deste tipo de bagunça. Este ano fiz o que há muito não fazia, fui escalar ficar no mato nem ver festa nenhuma. Volto de alma lavada e espírito renovado para continuar minha luta cotidiana...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Pé na estrada e um som no coração!



Lá vamos nós novamente para estrada. E, como sempre, deixo para arrumar minha mala algumas horas antes de partir por diversos motivos. O primeiro claro é que não sou (e nem quero ser) possuidor de muitas roupas, tenho o necessário e, sendo assim, se guardá-las com muita antecedência fico desguarnecido até a chegada ao destino onde desfaço a mala. O segundo é que apesar de gostar muito desta sensação de ansiedade e expectativa de colocar o pé na estrada novamente, esta mesma sensação é angustiante, por isso não gosto de ver mala pronta muito antes de partir.

Por outro lado, muito mais que juntar umas mudas de roupas em uma mala, há de se pensar em o que levar que represente minha identidade, o que faz com que me sinta um pouco em casa seja onde quer que esteja, isso inclui quais músicas levar, quais livros e o que deixar pra trás.

Após este processo vem o prazer de estar na estrada, as paisagens a serem percorridas, a pessoas que conhecerei e claro, o que é mais importante, é a companhia na viagem. Sem se preocupar com gênero, viajar acompanhado é como morar junto, afinal de contas tem-se que conviver, pelo menos durante a viagem caso sua companhia não seja alguém com que se conviva cotidianamente. Esta é outra parte fantástica de se viajar, poder conviver, conhecer melhor, discutir pontos de vista, compartilhar alegrias e aborrecimentos, ouvir novas músicas, tirar várias fotos, enfim, guardar na memória todos os momentos divididos com uma companhia que nesse caso em particular, parto com a certeza que além de muito agradável, tem muito a contribuir para o engrandecimento de minha alma por assim dizer...

Um grande amigo tem citado em seu MSN um pensamento tirado de um filme, que por sinal também assisti e tive a oportunidade de ler o livro que diz: “A felicidade só é verdadeira se compartilhada.”

Afinal de contas, a grande graça de estar na estrada é ter para onde voltar...