sábado, 9 de maio de 2009
Desabafo II
O que está escrito abaixo não é meu, é um um autor que gosto muito. Sei que as vezes me sinto assim, por isso resolvi postar.
Desabafo
“Não sei exatamente porque mas, uma profunda melancolia está tomando conta de mim. Acredito que seja a distancia de casa, da minha mãe, não moro com ela e venjo-a pouco mas, tenho sempre em meu coração. Mesmo fazendo o que gosto, cercado de pessoas que gosto, ainda sim tenho a sensação de que está faltando algo.
Costumo estragar tudo, portanto se te magoei de alguma forma me desculpe. Para todas as vezes em que confundo algum sentimento relacionado a alguma pessoa, espero sempre ter alguma música em mente pois, somente meu coração pode dizer o que aconteceu.
Sinto-me só, sempre acho que não desperto o interesse nem o desejo de ninguém. Ou quando isso acontece é de quem eu não quero. Não sei mais o que fazer.
A única certeza que tenho é que continuarei vivendo e, quem sabe um dia possa sentir que sou realmente correspondido.
Bom, quem ler isto, por favor não se assunte, só estou pondo para fora algo que me incomoda. Por mais que as idéias pareçam desarticuladas tudo isso faz algum sentido pra mim.
Considero isto um desabafo!”
Costumo estragar tudo, portanto se te magoei de alguma forma me desculpe. Para todas as vezes em que confundo algum sentimento relacionado a alguma pessoa, espero sempre ter alguma música em mente pois, somente meu coração pode dizer o que aconteceu.
Sinto-me só, sempre acho que não desperto o interesse nem o desejo de ninguém. Ou quando isso acontece é de quem eu não quero. Não sei mais o que fazer.
A única certeza que tenho é que continuarei vivendo e, quem sabe um dia possa sentir que sou realmente correspondido.
Bom, quem ler isto, por favor não se assunte, só estou pondo para fora algo que me incomoda. Por mais que as idéias pareçam desarticuladas tudo isso faz algum sentido pra mim.
Considero isto um desabafo!”
quarta-feira, 8 de abril de 2009
34 anos!
segunda-feira, 30 de março de 2009
Curso Básico de Montanhismo do CEM
No fim de semana dos dias 28 e 29 de março, tive a honra de ministrar o módulo de orientação com bússola e gps pelo Curso Básico de Montanhismo do CEM (Centro excursionista mineiro) do qual participaram 9 pessoas, sendo 6 alunos, um instrutor, um guia e o vice presidente do CEM. Partimos no dia 27 (sexta feira) a noite para a Lapinha da Serra onde pernoitamos no Camping das Bromélias que tem um café da manhã excelente.
No sábado após o café, tivemos uma aula teórica onde discutimos uns conceitos básicos sobre cartografia, relevo, sistemas coordenadas geográficas e UTM, bússola, azimutes e finalmente GPS. Começamos então a caminhada rumo a prainha onde montamos acampamento. Durante o percurso fizemos um exercício prático de localização, orientação e leitura e interpretação da paisagem, possibilitando assim a utilização de marcos geográficos para ajudar a orientação durante a caminhada.
Já no acampamento tivemos a oportunidade de nos deliciarmos com algumas regalias gastronômicas como Penne ao Fungi e Arroz com elementos, habilidosamente preparados por Xaxá e Omar com importantes contribuições de todos principalmente de Patrícia e Larissa sempre dando um toque bem feminino tudo ao longo do curso.
No dia seguinte levantamos acampamento por volta das 8 horas e subimos a face leste do Pico do Breu chegando em seu cume por volta das 12:50 depois seguimos sentido a Lapinha da Serra, com uma vista que não há palavras para descrever, tamanha beleza e ao mesmo tempo delicadeza nos pequenos detalhes ao longo dos Campos rupestres, campos limpos e outras feições do cerrado que carinhosamente cobrem toda a Serra do Espinhaço e me proporciona momentos em que consigo ficar em paz comigo.
Chegando a Lapinha da Serra novamente fomos recebidos por Hans, marido da Patrícia, com um delicioso pão caseiro, saciando a fome a acompanhando a altura a merecida cerveja e, no meu caso, coca-cola.
Muito Obrigado ao CEM pelo privilégio de poder ministrar o módulo de orientação e por todos os alunos ávidos por conhecimento. Estes são os sentimentos que mantém o espírito humano vivo.
Wagner Marin Gomes
segunda-feira, 23 de março de 2009
Hora do Planeta
Sábado, 28 de março, às 20h30

Mude seus hábitos por um planeta mais sustentável
O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.
Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.
http://www.wwf.org.br/informacoes/horadoplaneta/
Mude seus hábitos por um planeta mais sustentável
O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.
O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.
Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.
http://www.wwf.org.br/informacoes/horadoplaneta/
sábado, 14 de março de 2009
Sobre as Montanhas
“Se o mar oferece a meu olhar uma paisagem diluída, a montanha aparece-me como um mundo concentrado. Ela o é, no sentindo próprio, uma vez que a terra pregueada e dobrada congrega superfície maior para extensão idêntica. As promessas desse universo mais denso também demoram mais para se esgotar; o clima instável que aí reina e as diferenças decorrentes da altitude, da exposição e da natureza do solo favorecem os contrastes nítidos entre vertentes e os planos, bem como entre as estações. Eu não me sentia, como tanta gente, deprimido por uma temporada num vale estreito onde os declives, em razão de sua proximidade, assumem aspecto de muralha e só deixa a mostra um nesga de céu que o sol percorre em poucas horas; muito pelo contrário.
Parecia-me que essa paisagem de pé era viva. Em vez de se submeter passivamente a minha contemplação, como um quadro cujos pormenores é possível apreender à distancia e sem qualquer esforço pessoal, ela me convidava a uma espécie de diálogo onde deveríamos, nós dois, fornecer o melhor de nós mesmos. O esforço físico que eu despendia a percorrê-la era algo que eu cedia, e pelo qual o seu ser fazia-se-me presente.
LÉVI-STRAUSS, Claude; Tristes Trópicos; tradução Rosa Freire D’Aguiar; São Paulo: Companhia das Letras, 1996; p 321 e 322
quinta-feira, 12 de março de 2009
Estrada!
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